
Título: A Filha da Profecia (Sevenwaters #3)
Autor: Juliet Marillier
Sinopse: Fainne foi criada numa enseada isolada na costa de Kerry, com uma infância dominada pela solidão. Mas o pai, filho exilado de Sevenwaters, ensina-lhe tudo o que sabe sobre as artes mágicas. Esta existência pacífica será ameaçada em breve, e a vida de Fainne jamais será a mesma, quando a avó, a temida feiticeira Lady Oonagh, se impõe na sua vida. Com a perversidade que a caracteriza, a feiticeira conta a Fainne que tem um legado terrível: o sangue de uma linhagem maldita de feiticeiros e foras-da-lei, incutindo nela um sentimento de ódio profundo e, ao mesmo tempo, a execução de uma tarefa que deixa a jovem aterrorizada. Enviada para Sevenwaters, com objectivo de destruí-la, vai usar todos os seus poderes mágicos, para impedir o cumprimento de uma profecia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Filha da Profecia (Sevenwaters #3)”, de Juliet Marillier, publicado pela editora Bertrand Portugal, em 2002 e com 480 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bertrand Portugal
Páginas: 480
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722512714
ISBN13: 9789722512718
Sobre a editora
Os livros da editora Bertrand Portugal convidam o leitor a navegar entre mundos onde o mistério, o fantástico e o humano se entrelaçam. Em seu catálogo, é possível encontrar narrativas que misturam aventura e suspense com elementos históricos e sobrenaturais, como profecias antigas e sociedades secretas, criando um clima de tensão e descoberta constante. Há também histórias que exploram relações pessoais em contextos contemporâneos, com personagens que enfrentam dilemas emocionais e desafios cotidianos, conferindo um tom mais intimista e realista. O ritmo das obras varia, ora acelerado e cheio de ação, ora mais contemplativo e lírico, com passagens que evocam mitos, magia e conflitos familiares. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza tanto a fantasia elaborada quanto a narrativa focada em personagens e emoções.
