
Título: A Filha do Demônio Egípcio
Autor: Ciar Cullen
Sinopse: Professora Nefertari Smith, filha de Satan, pode ter apenas conhecido seu jogo. E, evidentemente, ela é um stalker. Embora ela se esforçasse para esconder sua condição de "imortal", não impediu do belo pesquisador Jasper Grayson de encontrar seu caminho para sua porta. Se o Senhor Alto, escuro, e belo tiver conhecimento de sua herança demônio, ele pode expor sua família do segredo que não poderão pagar. Jasper não está à procura de um tema de teste. Ele está procurando por uma parceira de vida que pode durar mais algumas décadas, uma qualidade essencial para um companheiro vampiro. Perfil genético de Tari que pode excitá-lo em formas mais do que uma. Ele só precisa de outra amostra de seu DNA para ter certeza que ela é o que ele procura. E sabe de uma maneira muito agradável para obtê-lo. Um beijo, e de repente a névoa da luxúria torna difícil lembrar a advertência sobre vampiros e outros imortais. Mas logo as consequências da sua união são muito claras. A imortalidade de Tari se esvai, junto com sua vida. A única maneira de salvá-la é falar com pai a verdade... E rezar ao Quinto Satan para estar de bom humor.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Filha do Demônio Egípcio”, de Ciar Cullen, publicado pela editora ebook, em 2010 e com 50 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ebook
Páginas: 50
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
O catálogo da editora ebook oferece uma experiência de leitura marcada pela diversidade de gêneros e estilos narrativos, que vão do suspense tenso ao romance contemporâneo e fantasia. Os livros da editora ebook frequentemente exploram conflitos pessoais intensos, como dilemas amorosos, escolhas difíceis e relações complexas, sempre com personagens que enfrentam desafios emocionais profundos. A narrativa pode variar entre o ritmo ágil e envolvente, típico de aventuras e thrillers, e o tom mais introspectivo e dramático, presente em romances e histórias de autoconhecimento. Essa pluralidade cria um contraste interessante entre obras que privilegiam a ação e outras que focam no desenvolvimento psicológico e nas relações humanas.
