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A Filosofia Perene

Título: A Filosofia Perene

Autor: Aldous Huxley

Sinopse: A síntese do conhecimento sagrado de todos os tempos Lançado treze anos após o clássico Admirável mundo novo, obra de Aldous Huxley tem nova tradução O termo “filosofia perene” surgiu em 1540, como a ideia de que os conhecimentos místicos de todos os tempos revelassem um tipo de sabedoria primeira, da qual todas as outras seriam provenientes. Ao aproximar as principais obras da espiritualidade oriental e ocidental, Aldous Huxley escreveu A filosofia perene, um estudo de misticismo comparado, com textos de diversas tradições espirituais: zen-budismo, hinduísmo, taoísmo, misticismo cristão e islamismo reunindo trechos comentados de obras como o Tao-Te King, Bhagavad Gita, O livro tibetano dos mortos e muitos outros. Com esta obra, escrita durante a Segunda Guerra Mundial, Huxley pretendia um verdadeiro exercício espiritual contemplativo, aliando conhecimento e prática suprarreligiosa, como uma meditação guiada por recortes acerca de núcleos fundamentais desses saberes milenares. Com tradução de Adriano Scandolara, a obra traz capítulos nomeados como “Verdade”, “Silêncio” e “Fé”, com citações de grandes líderes espirituais que conduzem o leitor a um lugar dentro de si em que essas vozes se tornam vivas.

Contexto da obra

Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “A Filosofia Perene”, de Aldous Huxley, publicado pela editora Biblioteca Azul, em 2020 e com 496 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.

Editora: Biblioteca Azul

Páginas: 496

Ano: 2020

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6558300044

ISBN13: 9786558300045

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,531
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 14,00
  • Espessura (cm): 1,70

Sobre o autor

A leitura dos livros de Aldous Huxley é uma experiência que alterna entre o rigor intelectual e a exploração de estados alterados de consciência, com um ritmo que ora se mostra denso e reflexivo, ora se abre para o vívido e o visionário. Seus textos convidam o leitor a navegar por mundos internos e externos, onde a crítica social se mistura com a busca espiritual e a inquietação filosófica. O tom pode variar do satírico e ácido ao contemplativo e até esperançoso, sempre com personagens e ideias que desafiam a percepção comum. Há uma tensão constante entre o controle e a liberdade, o racional e o místico, que instiga perguntas sobre a natureza da sociedade, do indivíduo e do conhecimento. Esse equilíbrio entre a análise crítica e a sensibilidade poética marca os livros de Aldous Huxley e orienta o leitor por caminhos inesperados.

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Sobre a editora

Os livros da editora Biblioteca Azul convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre a literatura clássica e contemporânea, com forte presença de temas sociais, políticos e psicológicos. A experiência de leitura é marcada por textos densos e reflexivos, que exploram desde as complexidades das relações humanas e dilemas morais até críticas a regimes autoritários e análises históricas. O catálogo apresenta obras que privilegiam o diálogo entre passado e presente, como distopias que continuam atuais, romances psicológicos e ensaios filosóficos, sempre com uma linguagem que equilibra rigor e sensibilidade. Há títulos que se destacam pelo ritmo mais introspectivo e outros que adotam um tom mais direto e crítico, atendendo a leitores interessados tanto em ficção literária quanto em obras de não ficção que dialogam com questões contemporâneas.

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