
Título: A finitude das coisas
Autor: Nélio Silzantov
Sinopse: A finitude das coisas não é uma obra para aqueles que temem testemunhar a podridão que há na tríade “Família, pátria e religião”. Para Simmons, a protagonista desta história, o passado importa, porque esquivar-se dele não é uma opção para os que desejam mudar o presente. Simmons retorna às suas memórias — fazendo-nos voltar no tempo, na urbanidade do sertão baiano carregado de cultura underground e filosofia — e analisa cada momento vivenciado com seus amigos Annibal, Pavarotti e Erik. Entender o que motiva os outros não só faz parte deles, mas molda intrinsecamente e minuciosamente quem nós também somos. Nélio Silzantov nos entrega de forma poderosa uma personagem pensadora, que vivencia uma busca incessante, cheia de desdobramentos, ao tentar compreender o âmago da vida a partir das experiências mais infelizes, da misoginia impregnada no mundo, da exploração do trabalhador, da crueza e crueldade da existência, mas também de experiências sublimes, das pessoas e dos momentos interessantes que a cercam, afetos, amores platônicos e os quase tangíveis, coisas reais que qualquer um de nós, infaustos, experimentamos e presenciamos: o próprio absurdo da vida. — Bruna Oliveira
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A finitude das coisas”, de Nélio Silzantov, publicado pela editora Editora Patuá, em 2023 e com 240 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Patuá
Páginas: 240
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558646013
ISBN13: 9786558646013
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Patuá costumam apresentar uma leitura que combina poesia e narrativa com uma linguagem que transita entre o lírico e o coloquial. A experiência de leitura frequentemente envolve uma densidade emocional marcada por temas como a busca por identidade, a memória afetiva e os conflitos internos, muitas vezes explorados em formatos que vão do poema ao conto e à crônica. O tom pode variar entre o melancólico e o irônico, com narrativas que ora se apoiam em uma escrita mais experimental e fragmentada, ora em um estilo mais direto e acessível. O catálogo sugere uma presença forte de vozes jovens e contemporâneas, além de obras que dialogam com questões sociais e existenciais, sem se prender a um único gênero ou ritmo.
