
Título: A Fivela Ardente De Bila
Autor: Corrêa Ribeiro
Sinopse: Em uma mistura de fantasia e comédia, acompanhamos uma jovem guerreira, hábil, boa de briga e bastante hábil no manejo de seu cinturão, aventurar-se em três histórias nessa HQ: "O Sequestro do Príncipe Poliano", "A Princesa e o Lobisomem", e "O Império Contra Takka". Essa sátira divertida traz referências de personagens já conhecidos do público nos anos 80, como Conan, o Bárbaro, e Asterix, e ainda nos apresenta novos, entre príncipes e lobisomens. Aventure-se com Bila e garanta diversão e entretenimento. Indicado para jovens dos 9 aos 99 anos!
Contexto da obra
Na não ficção juvenil, livros como este costumam funcionar bem quando unem informação e interesse real do leitor. “A Fivela Ardente De Bila”, de Corrêa Ribeiro, publicado pela editora Editora Inverso, em 2021 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Não Ficção Juvenil. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode ampliar repertório sem perder clareza e proximidade.
Editora: Editora Inverso
Páginas: 32
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6589851492
ISBN13: 9786589851493
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,060
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 0,04
Sobre a editora
Os livros da editora Editora InVerso costumam trazer narrativas que exploram a intimidade humana, a memória afetiva e questões existenciais, frequentemente com um tom poético e sensível. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à infância, família e relações interpessoais, mesclando obras de literatura infantil com textos que dialogam com adultos, seja por meio de contos, crônicas ou relatos pessoais. Há também espaço para obras que abordam desafios sociais e históricos, como o pioneirismo de personagens reais e episódios marcantes, sempre com uma linguagem que privilegia a reflexão e o envolvimento emocional. O ritmo das obras varia entre o contemplativo e o mais dinâmico, com histórias que ora se apresentam como fluxos de consciência, ora como relatos estruturados, mas sempre com uma escrita que valoriza a voz singular do autor.
