
Título: A Flauta Mágica
Autor: Roberto Lanznaster
Sinopse: Desconsolada pelo rapto de Atiara, princesa da tribo da árvore, a Lua escolhe Apoena, um jovem guerreiro, para partir em uma jornada até a ilha do Sol e resgatar Atiara. A Lua oferece a Apoena o poder da Flauta Mágica, feita dos galhos da própria árvore da vida por Tupã, quando o mundo era criança. Junto de Paniwí, criatura mítica meio- homem, meio-pássaro, Apoena encontrará em seu caminho animais fantásticos e muitos perigos. Descobrirá que a luta do Sol com a Lua sobre o controle do reino do tempo dos homens é muito mais antiga, e conhecerá as origens da própria floresta e do seu povo. Inspirado na ópera de Mozart, este livro reinventa a história da peça acrescentando elementos da mitologia indígena no cenário grandioso da Amazônia brasileira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Flauta Mágica”, de Roberto Lanznaster, publicado pela editora Design Editora, em 2015 e com 130 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Design Editora
Páginas: 130
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8580810647
ISBN13: 9788580810646
Sobre a editora
Os livros da editora Design Editora apresentam uma leitura que transita entre o relato pessoal e o olhar atento sobre o cotidiano, mesclando narrativas de viagem, memórias regionais e dramas urbanos. O catálogo revela obras que exploram tanto o íntimo dos personagens quanto contextos culturais amplos, como jornadas pelo Oriente ou histórias que se desenrolam em prédios e vizinhanças. Em alguns títulos, a linguagem é mais direta e acessível, como em textos de divulgação científica e biografias, enquanto outros se aprofundam em atmosferas densas e tensas, com tramas entrelaçadas e personagens em conflito. Essa variação sugere uma editora que valoriza tanto o envolvimento emocional quanto a reflexão, com um ritmo que pode ser ora contemplativo, ora marcado por suspense e encontros furtivos.
