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A Força da Palavra: Reprogramando-se através da conversa consigo mesmo

Título: A Força da Palavra: Reprogramando-se através da conversa consigo mesmo

Autor: João Costa

Sinopse: O objetivo deste livro é conscientizá-lo de que você pode mudar o rumo de sua vida para melhor, através da autoprogramação mental; mostrar-lhe que você pode autoprogramar-se para um estado de ser positivo, tornando-se autoconfiante, seguro em suas decisões, criativo, otimista quanto à vida, entusiasta; e faze-lo ver que você é um ser infinitamente capaz, dotado de possibilidades ilimitadas. O processo se dá através da mudança de hábitos adquiridos pela programação sócio-cultural, principalmente a parte negativa que ocupa maior espaço no arquivo mental. Quando aprendemos o processo de autoprogramação, começamos a trabalhar nesse sentido, adquirindo somente informações positivas, benéficas, sadias, através do que pensamos, falamos e fazemos. Aprendemos a bloquear as informações negativas e a liberar para o subconsciente as informações que devam ser programadas.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Força da Palavra: Reprogramando-se através da conversa consigo mesmo”, de João Costa, publicado pela editora Aberta, em 2010 e com 102 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Aberta

Páginas: 102

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788560260256

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de João Costa revela um universo plural que transita entre o didatismo prático e a reflexão crítica. Em alguns momentos, o texto se apresenta com clareza e objetividade, como em obras que ensinam técnicas específicas, desde a arte do desenho até a fotografia digital, convidando o leitor a um aprendizado passo a passo, quase visual. Em outros, a prosa se torna mais densa e engajada, abordando temas sociais e culturais com um tom manifesto, que provoca o questionamento sobre identidade e direitos. Essa alternância cria uma experiência que pode ser tanto imediata e instrumental quanto instigante e reflexiva, com ritmo que varia do direto ao contemplativo. Os livros de João Costa costumam focar no desenvolvimento de habilidades concretas ou na defesa de valores, o que gera uma tensão entre o prático e o ideológico.

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