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A forma livre: Baudelaire e Machado de Assis

Título: A forma livre: Baudelaire e Machado de Assis

Autor: Natasha Belfort Palmeira

Sinopse: A assimilação brasileira dos poemas em prosa de Baudelaire começou cedo, pouco tempo depois de sua publicação na França. Compilada e historiada neste livro, ela forma um capítulo até então desconhecido de nossa história literária. As primeiras traduções e imitações de O spleen de Paris foram obra de estudantes desejosos de romper com o romantismo e a sociedade convencional. Interessante notar que o circunspecto Machado de Assis, embora um pouco mais velho e com discernimento crítico diferenciado, fez parte dessa linha de frente. Mais interessante ainda — e esta é a contribuição forte de Natasha Belfort Palmeira — é que ele incorporou a ideia e a técnica dos ao tecido de suas grandes obras, em que, depois da leitura de Natasha, devemos reconhecer uma tonalidade baudelairiana. Assim, a famosa forma livre da ficção machadiana passa a ligar-se não apenas aos modelos literários antigos, do século XVIII ou anteriores, mas também à ponta de lança da superação do realismo, aos modernos “sobressaltos da consciência” (expressão de Baudelaire). Em suma, o livro que o leitor tem nas mãos é uma verdadeira novidade.

Contexto da obra

Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “A forma livre: Baudelaire e Machado de Assis”, de Natasha Belfort Palmeira, publicado pela editora 34, em 2025 e com 336 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.

Editora: 34

Páginas: 336

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6555252146

ISBN13: 9786555252149

    Sobre a editora

    Os livros da editora 34 costumam apresentar uma leitura que combina rigor intelectual com um olhar atento às tensões sociais e culturais. O catálogo traz desde narrativas ficcionais densas, como contos russos clássicos, até análises críticas em áreas como filosofia, gênero e estudos urbanos, revelando uma preocupação constante com o contexto histórico e político. A escrita frequentemente explora conflitos psicológicos profundos, como as oscilações revolucionárias e as complexidades do cotidiano, em textos que transitam entre o literário e o ensaístico. O tom varia do mais narrativo e dramático ao didático e reflexivo, oferecendo ao leitor experiências que vão da imersão em personagens a debates contemporâneos. Essa diversidade permite que o leitor navegue entre obras que dialogam com a tradição e outras que se posicionam em discussões atuais, sempre com um ritmo que privilegia a densidade e a reflexão.

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