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A formação do conceito de reflexo nos séculos XVII e XVIII

Título: A formação do conceito de reflexo nos séculos XVII e XVIII

Autor: Georges Canguilhem

Sinopse: Escrito originalmente como tese de doutorado em filosofia, A formação do conceito de reflexo nos séculos XVII e XVIII, de Georges Canguilhem, é um estudo clássico em história das ciências que apresenta de modo exemplar a epistemologia histórica francesa, numa tradição que remonta a Gaston Bachelard e que terá como um de seus sucessores Michel Foucault. Não se reduzindo ao mero resultado de certas descobertas científicas, e recusando à construção da figura do precursor, Canguilhem visita múltiplas fontes e filiações teóricas, explorando o trabalho de dezenas de fisiólogos e filósofos tais como René Descartes, Thomas Willis, Albrecht von Haller, Johan August Unzer, Georg Prochaska, Robert Whytt, entre outros, para demonstrar como o conceito de reflexo se articula a uma complexa história conceitual que se opõe a uma concepção mecanicista de vida herdeira de Descartes.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A formação do conceito de reflexo nos séculos XVII e XVIII”, de Georges Canguilhem, publicado pela editora Córrego, em 2023 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Córrego

Páginas: 200

Ano: 2023

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6588822464

ISBN13: 9786588822463

    Sobre a editora

    Os livros da editora Córrego convidam a uma experiência de leitura que transita entre o rigor acadêmico e a experimentação poética. O catálogo reúne obras que exploram desde investigações históricas e filosóficas profundas até composições literárias que desafiam a linguagem tradicional, como poemas e microcrônicas com humor e crítica. A diversidade interna das obras sugere um diálogo entre o pensamento conceitual e a sensibilidade artística, com narrativas que ora se apoiam em análises densas, ora se lançam em territórios de subjetividade e surrealismo. O tom varia do ensaio filosófico à crônica urbana, passando por textos que exploram o corpo, a linguagem e o espaço urbano, sempre com uma escrita que demanda atenção e envolvimento do leitor. A editora Córrego privilegia trabalhos que articulam pensamento e criação, com ritmo que pode ser tanto reflexivo quanto visceral.

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