
Título: A fórmula da vida: A escolha de Catarina
Autor: Adriana Igrejas
Sinopse: Vítima de um crime, Catarina Evangelista Durval faz justiça com suas próprias mãos, mas paga um preço alto por isso. A jovem Catarina atravessa a adolescência e chega à vida adulta com vários dilemas. Quando Catarina se vê novamente acusada de um crime, foge e assume a identidade de um colega. Refugiando-se em uma fazenda, usando o nome do colega e em seu emprego, ela conhece a família Fragoso e outras pessoas simples que vão fazendo com que aos poucos ela seja uma pessoa melhor. Descobre o amor que julgou não existir e se vê envolvida de tal forma, que o momento de sua partida para enfrentar seu destino se torna muito mais difícil do que julgara. Ao voltar para sua cidade, ela vai ao encontro de uma cilada fatal e vai precisar lutar pela sua vida e resolver todos os seus problemas antes de poder buscar novamente o amor e a felicidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A fórmula da vida: A escolha de Catarina”, de Adriana Igrejas, publicado pela editora Letra Capital, em 2011 e com 434 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Letra Capital
Páginas: 434
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577851214
ISBN13: 9788577851218
Sobre a editora
Os livros da editora Letra Capital apresentam um diálogo constante entre reflexão crítica e envolvimento com questões sociais e humanas profundas. O leitor encontra obras que transitam entre o pensamento filosófico e teológico, abordagens sobre justiça social e violência, além de narrativas que exploram dilemas pessoais e coletivos. O tom varia entre o ensaístico e o poético, com textos que convidam à meditação, à denúncia e à busca por sentido, muitas vezes em contextos contemporâneos ou históricos marcados por tensões políticas e culturais. O catálogo sugere uma atenção especial a temas como liberdade, ética, direitos urbanos e a complexidade das relações humanas, com ritmo que pode ser tanto denso e reflexivo quanto narrativo e emotivo.
