
Título: A Fúria das Vinhas
Autor: Francisco Moita Flores
Sinopse: Uma história emocionante passada nos socalcos do Douro no tempo em que se abriam as portas da ciência e do conhecimento. Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o título A Ferreirinha. Narra a epopeia da luta contra a filoxera, uma praga que, na segunda metade do século XIX, ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que, por toda a Europa, surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal. Moita Flores criou um bacharel detective - Vespúcio Ortigão - que, na Régua, persegue um serial killer, confrontando-se com o medo, com as superstições, com as crenças do Portugal Antigo que, temente a Deus e ao Demónio, estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção, é certo, mas também um retalho de vida feita de muitos caminhos que a memória vai aconchegando conforme pode.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Fúria das Vinhas”, de Francisco Moita Flores, publicado pela editora Casa das Letras, em 2007 e com 318 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casa das Letras
Páginas: 318
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9724616991
ISBN13: 9789724616995
Sobre a editora
Os livros da editora Casa das Letras convidam o leitor a atravessar mundos que oscilam entre a história detalhada e a fantasia elaborada. Em narrativas que vão da reconstrução minuciosa de períodos como a Guerra da Crimeia até universos mágicos e distantes, a experiência de leitura é marcada por personagens complexos e conflitos profundos, ora íntimos, ora épicos. O catálogo revela uma predileção por histórias que exploram relações humanas em contextos desafiadores, seja em romances históricos, tramas de mistério ou ficção especulativa. O tom pode variar do contemplativo e poético ao tenso e cheio de reviravoltas, mas mantém um ritmo que privilegia o desenvolvimento emocional e a imersão em ambientes ricos em detalhes.
