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A Gente E da Hora

Título: A Gente E da Hora

Autor: hooks bell

Sinopse: Lamentavelmente, a verdade de fato, que é um tabu quando verbalizada, é que nossa cultura não ama homens negros; eles não são amados por homens brancos, por mulheres brancas ou por mulheres negras, nem por meninas e meninos. Sobretudo, a maioria dos homens negros não se ama. Como eles poderiam amar a si mesmos e uns aos outros, como poderia se esperar que eles amassem cercados de tanta inveja, desejo, ódio? Homens negros na cultura do patriarcado supremacista branco capitalista imperialista são temidos, não amados. Obviamente, parte da lavagem cerebral que ocorre em uma cultura de dominação é a confusão entre temor e amor. Prosperando nos laços sadomasoquistas, as culturas de dominação fazem com que o desejo por aquele que é desprezado assuma a aparência de cuidado, de amor. Se os homens negros fossem amados, poderiam esperar mais do que uma vida trancafiada, enjaulada, confinada; eles poderiam se imaginar além da repressão._x000D_ _x000D_ — bell hooks, no prefácio

Contexto da obra

Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A Gente E da Hora”, de hooks bell, publicado pela editora Editora Elefante, em 2022 e com 272 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.

Editora: Editora Elefante

Páginas: 272

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 6587235840

ISBN13: 9786587235844

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,320
  • Altura (cm): 21,00
  • Largura (cm): 13,50
  • Espessura (cm): 1,50

Sobre o autor

A leitura dos livros de hooks bell conduz o leitor a um mergulho profundo na reflexão sobre o amor, a identidade e as estruturas sociais que moldam nossas vidas. A prosa é ao mesmo tempo acessível e densa, com um ritmo que varia entre a argumentação firme e o convite à introspecção. Há uma tensão constante entre o íntimo e o coletivo, onde experiências pessoais se entrelaçam com análises culturais e políticas, especialmente em torno de raça, gênero e poder. A autora não evita o confronto com temas difíceis, mas o faz com uma clareza que desafia o cinismo e propõe o amor como uma prática transformadora. Em meio a ensaios, diálogos e obras para público infantil, o tom ora é didático e acolhedor, ora contundente e provocativo, sempre estimulando a revisão de crenças e a busca por uma ética de cuidado. Navegar pelo catálogo é encontrar múltiplas facetas de um pensamento que não se contenta com respostas fáceis.

Ver mais sobre o autor

Sobre a editora

A leitura dos livros da editora Editora Elefante costuma envolver um mergulho crítico em temas sociais, políticos e culturais, com foco em realidades latino-americanas e questões globais contemporâneas. O catálogo privilegia obras que combinam rigor documental e reflexão teórica, muitas vezes com um tom analítico e um olhar atento às relações de poder, desigualdades e movimentos sociais. As narrativas transitam entre o ensaio, o relato investigativo e a crítica cultural, com ritmo que varia do denso ao acessível, mas sempre convidando à reflexão profunda. É comum encontrar textos que abordam desde a crítica ao extrativismo e ao desenvolvimento até debates sobre raça, gênero, trabalho e meio ambiente.

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