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A gente era obrigada a ser feliz

Título: A gente era obrigada a ser feliz

Autor: Eduardo Mahon

Sinopse: Neste romance, Eduardo Mahon provoca o leitor a mergulhar na História do Brasil de uma forma inovadora. São cerca de 50 anos de agitação, com eleições e golpes, narrados por um homem singular – Aurélio do Espírito Santo. O negro favelado, que consegue o emprego de cavalariço num quartel, vai guiar a leitura por percepções tão particulares que o Brasil não parecerá o mesmo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A gente era obrigada a ser feliz”, de Eduardo Mahon, publicado pela editora Carlini & Caniato, em 2019 e com 304 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Carlini & Caniato

Páginas: 304

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788580092547

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Eduardo Mahon revela um universo onde a linguagem é trabalhada como matéria viva, ora com ironia sutil, ora com uma textura poética que desafia e encanta. A prosa oscila entre o denso e o leve, entre o rigor da análise formal e a liberdade de um humor negro que permeia a narrativa. A tensão se constrói tanto na exploração do íntimo dos personagens quanto na articulação de histórias que atravessam o tempo e a memória, criando imagens vívidas e inquietantes. A experiência é marcada por uma atenção cuidadosa ao ritmo e à musicalidade das palavras, que se combinam para provocar no leitor uma mistura de reflexão e surpresa. Navegar pelos livros de Eduardo Mahon é entrar num jogo de sentidos que convida à imersão e à imaginação ativa.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Carlini & Caniato apresentam uma leitura que oscila entre o realismo sensível e o mistério enigmático, frequentemente explorando temas como a vida cotidiana brasileira, conflitos familiares e dilemas existenciais. Há uma presença marcante de narrativas que misturam humor ácido e tragédia, muitas vezes ambientadas em cenários como o sertão ou espaços urbanos carregados de tensões políticas e sociais. O tom pode variar do lírico ao sombrio, com textos que convidam o leitor a refletir sobre a condição humana, seja por meio de contos curtos, romances ou poesia. O catálogo sugere obras que combinam uma linguagem acessível, por vezes regionalizada, com uma densidade temática que aborda desde histórias de superação pessoal até investigações psicológicas e sociais.

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