
Título: A Geopolítica do Mediterrâneo
Autor: Lacoste Yves
Sinopse: A geopolítica do Mediterrâneo implica dezenas de nações; sejam as que o confinam, ou as que reconhecem a sua importância geostratégica. Mas os problemas em questão são vários e não podem ser reduzidos a uma mera oposição simplista entre Norte-Sul, nem a uma rivalidade entre cristandade laicizada e o Islão. Aliás, é no Mediterrâneo Ocidental que os contrastes económicos e sociais dos países banhados por ele são mais pronunciados, podendo estes contrastes, em parte, ser atribuídos ao domínio colonial. Na bacia oriental, pelo contrário, o contraste é muito menos marcante. Mas é ali que se desenrola a questão israelo-palestiniana. Para compreender esta geopolítica, não nos podemos restringir apenas ao âmbito do Mediterrâneo. Os Estados Unidos, superpotência transatlântica, projectam o seu poderio para lá do Mediterrâneo, no Iraque, por exemplo, mas os conflitos longínquos ao Mediterrâneo têm repercussões nos países que bordejam o Mare Nostrum, nome que lhe atribuíram os Romanos.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “A Geopolítica do Mediterrâneo”, de Lacoste Yves, publicado pela editora Edições 70, em 2008 e com 512 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edições 70
Páginas: 512
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 972441437X
ISBN13: 9789724414379
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,000
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,77
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
