
Título: A Globalização da Pobreza
Autor: Michel Chossudovsky
Sinopse: "A Globalização da Pobreza" constitui uma crítica fundamentada e demolidora dos rumos económicos e financeiros do mundo actual. O autor mostra como as estruturas da economia global mudaram fundamentalmente desde o início dos anos 80 e como as principais instituições financeiras internacionais, o FMI e o Banco Mundial, pressionaram o Terceiro Mundo e os países da Europa de Leste para facilitar essa mudança. Passa em revista as causas e as consequências da fome em África, a dramática crise dos mercados financeiros, a liquidação dos programas sociais do Estado e a devastação resultante da reorganização empresarial e da liberalização do comércio. Em resumo, o livro põe a nu a nova ordem mundial, que se alimenta da pobreza humana e da destruição do ambiente, ataca os direitos das mulheres, gera o apartheid social, incentiva o racismo e os conflitos étnicos. O resultado, como mostram exemplos de todas as partes do mundo, é a globalização da pobreza.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Globalização da Pobreza”, de Michel Chossudovsky, publicado pela editora Editorial Caminho, em 2003 e com 496 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editorial Caminho
Páginas: 496
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8516022129
ISBN13: 9788516022129
Sobre a editora
Os livros da editora Editorial Caminho apresentam uma leitura que alterna entre o intimista e o reflexivo, com narrativas que exploram relações humanas profundas e questões existenciais. O catálogo traz obras que transitam entre a poesia e o romance, incluindo também ensaios que abordam análises críticas do discurso e relatos pessoais marcados pela memória e pela subjetividade. A linguagem tende a ser densa e cuidadosa, com uma atenção especial à construção da experiência literária, seja por meio de fragmentos urbanos ou pelo exame de tradições culturais. O tom varia do contemplativo ao dramático, com momentos de humor sutil e tensão emocional.
