
Título: A grande morte do conselheiro esterházy
Autor: Alberto Lins Caldas
Sinopse: SINOPSE: Alberto Lins Caldas é um autor de verve intensa e questionadora. Sua estratégia nesta obra – a de suprimir palavras e pontuações – auxilia no fluxo filosófico e colabora para a atmosfera de negrume, de quarto fechado, um cenário típico para as últimas horas. Apenas o que precisa ser dito com as exatas palavras se apresenta. Ao longo do livro, temos a indagação se o autor suportará manter o ritmo vertiginoso de apresentação de seu conselheiro – uma espécie de oráculo, de divindade a ressoar como um espectro, um inimigo imaginário, uma foice pesada e grandiosa, pensando e executando sua ideologia: como se todo reviramento fosse apenas mais um lado da mesma coisa. O caráter místico imbrica-se com a sujidade da natureza humana. Temos, então, a potência da singularidade aliada ao melhor da tradição ensaística. Admirável exercício de solidão, este é um livro-crítica à racionalidade, à pretensão de saber das coisas do mundo. [ ✒️ por Daniel Zanella]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A grande morte do conselheiro esterházy”, de Alberto Lins Caldas, publicado pela editora Editora Penalux, em 2018 e com 206 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Penalux
Páginas: 206
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788558334655
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.
