
Título: A Guerra ao Ocidente
Autor: Douglas Murray
Sinopse: Se a história da Humanidade é um relato construído sobre a escravatura, o genocídio e a exploração, por que razão são apenas as nações ocidentais a assumir a sua quota de responsabilidade? Atualmente, celebrar os contributos de outras culturas é perfeitamente aceitável, mas mencionar os seus defeitos e crimes é considerado discurso de ódio. Pelo contrário, referir as atrocidades presentes e passadas do Ocidente é um ato de expiação, mas falar da sua época de glória é reacionário e colonialista. Em A Guerra ao Ocidente, Murray descreve como nos deixamos enganar por uma retórica antiocidental hipócrita e incoerente. Se os atos de xenofobia e discriminação são condenados na Europa e nos Estados Unidos, porque não denunciar o racismo genocida no Médio Oriente e na Ásia? Não são apenas os académicos desonestos que beneficiam com esta fraude intelectual, mas igualmente os tiranos, já que os olhos do mundo estão afastados dos seus atos. Depois do êxito de A Insanidade das Massas, Douglas Murray centra agora a sua atenção na guerra cultural e defende uma ideia demasiado óbvia, mas que alguns parecem ignorar: para que os ideais e valores do Ocidente sobrevivam, têm primeiro de ser defendidos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Guerra ao Ocidente”, de Douglas Murray, publicado pela editora DESASSOSSEGO, em 2022 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: DESASSOSSEGO
Páginas: 256
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9899033987
ISBN13: 9789899033986
Sobre a editora
Os livros da editora Desassossego costumam oferecer uma leitura que combina rigor investigativo com narrativas densas sobre personagens e eventos que moldaram o século XX e XXI. O catálogo privilegia obras que exploram a complexidade política e social, desde revoluções e regimes autoritários até perfis íntimos de líderes e protagonistas da história recente. A experiência de leitura frequentemente envolve um mergulho em documentos inéditos, entrevistas e relatos pessoais que ampliam a compreensão de contextos históricos e culturais. O tom varia entre o analítico e o intimista, com textos que equilibram a dimensão factual e a dimensão humana dos acontecimentos. Essa combinação cria um clima de tensão e reflexão, ideal para leitores interessados em política, história e biografias críticas.
