
Título: A Guerra das Mulheres
Autor: Alexandre Dumas
Sinopse: O romance decorre em França, mais propriamente perto de Bordéus, no ano de 1650. Uma inextrincável intriga de amores secretos que ocultam um acontecimento bem mais importante: a Fronda da nobreza capitaneada por Condé. A rainha Ana de Áustria ocupa a regência, assessorada por Mazarino. O Príncipe de Condé fora preso por ordem do primeiro-ministro e sua mulher confinada a um castelo. O barão de Canolles procura os favores de Nanon de Lartigues, a amante de um dos mais influentes conselheiros da rainha, o Duque de Épernon. O sedutor conhece entretanto uma partidária do Príncipe de Condé que, disfarçada de homem, procura mobilizar tropas para libertar o seu senhor, afastar a regente e colocar no trono o Duque de Enghien. Canolles apaixona-se pelas duas! Seguem-se as peripécias típicas de uma conspiração, a guerra civil que lhe sobrevem e os ajustes de contas. Este romance é considerado a expressão máxima da trama dumasiana.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Guerra das Mulheres”, de Alexandre Dumas, publicado pela editora Mimética, em 2019 e com 363 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mimética
Páginas: 363
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Mimética oferecem uma imersão em narrativas que transitam entre a densidade psicológica e o cenário histórico, com personagens que enfrentam dilemas morais e sociais profundos. A experiência de leitura frequentemente envolve uma linguagem sóbria e um tom reflexivo, onde conflitos internos e contextos sociais se entrelaçam, como em histórias ambientadas em épocas de revolução, decadência ou precariedade. O catálogo sugere uma preferência por obras que exploram a condição humana em suas nuances, ora por meio de epístolas, ora por relatos confessionais, com ritmo que pode variar do contemplativo ao dramático. Há também espaço para narrativas que combinam crítica social e estética, com momentos de humor sutil e tensão dramática.
