
Título: A Guerra dos Bárbaros
Autor: Pedro Puntoni
Sinopse: A expansão da fronteira colonial na América portuguesa no século XVII criou zonas de conflito com as populações autóctones. No norte do Estado do Brasil a zona da pecuária no sertão tornou-se ponto de convergência dos conflitos resultantes da expansão colonial, especialmente entre os colonos luso-portugueses e os povos indígenas. A Guerra do Bárbaros, como ficou conhecida a série de conflitos que ocorreu entre 1651 e 1704, é minuciosamente analisada por Pedro Puntoni nesse estudo de fôlego, acompanhado de mapas e ilustrações. O autor refuta as interpretações que vêem nessa Guerra uma espécie de confederação unificada, mostrando seu caráter fragmentário, e destacando os papéis dos diferentes agentes em jogo: soldados, missionários, agentes da Coroa Portuguesa e índios de nações diversas. Mostra também os conflitos entre estes últimos, denominados de Bárbaros pelos colonizadores na época, e as disputas que mantinham entre si.Co-edição editora Hucitec.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Guerra dos Bárbaros”, de Pedro Puntoni, publicado pela editora EdUSP, em 2002 e com 328 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EdUSP
Páginas: 328
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8527105683
ISBN13: 9788527105682
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
