
Título: A Guerra dos Pobres
Autor: Éric Vuillard
Sinopse: Sabe-se desde Rousseau que a desigualdade tem uma história muito antiga e terrível. Essa história não terminou. A Guerra dos Pobres narra um episódio brutal e pouco conhecido dos grandes levantamentos populares.No século XVI, a Reforma protestante ergue-se contra o poder e os privilégios. Mas depressa se estabiliza, se aburguesa. Os camponeses, os pobres das cidades, a quem se continua a prometer a igualdade no Céu, interrogam-se: «E porque não a igualdade já, na Terra?»Segue-se uma luta furiosa entre os poderosos, os protestantes instalados e os outros, os miseráveis. À cabeça destes estão diversos teólogos. Um deles deixou memória, pela sua determinação e pelo vigor do estilo; chama-se Thomas Müntzer. Pôs a Alemanha a ferro e fogo. A Guerra dos Pobres conta a sua história. A história de uma insurreição mediante o verbo. Ecoada pela força inventiva da escrita de Éric Vuillard.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Guerra dos Pobres”, de Éric Vuillard, publicado pela editora Leya, em 2020 e com 40 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Leya
Páginas: 40
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 972206939X
ISBN13: 9789722069397
Sobre a editora
Os livros da editora Leya costumam levar o leitor a mundos ricos em fantasia e realidade, onde personagens enfrentam conflitos intensos, sejam eles pessoais, sociais ou históricos. A experiência de leitura varia entre narrativas épicas, como guerras e disputas pelo poder, e histórias intimistas que exploram relações familiares e jornadas de autoconhecimento. O tom pode oscilar do humor leve e criativo até a tensão dramática e o suspense, sempre com tramas que convidam à reflexão sobre temas como identidade, coragem, e transformação. O catálogo apresenta obras que transitam entre o fantástico e o realista, com ritmo que pode ser tanto acelerado e cheio de reviravoltas quanto mais pausado e contemplativo.
