
Título: A Guerra é para os Velhos
Autor: John Scalzi
Sinopse: John perry fez duas coisas no dia do seu septuagésimo quinto aniversário, primeiro visitou a campa da mulher e a seguir alistou-se no exército. A boa notícia é que a humanidade finalmente é capaz de viagens interestrelares. A má noticia é que planetas capazes de sustentarem vida são escassos e que raças alienígenas, dispostas a Lutarem para ficar com os planetas, são comuns. Sendo assim, nós lutamos para defender a terra e para manter o direito aos planetas que descobrimos. Longe da terra, a guerra dura há décadas. É brutal, sangrenta e não dá tréguas. A terra é um planeta atrasado em termos de desenvolvimento. O grosso da tecnologia e do desenvolvimento da humanidade está nas mãos das forças de defesa coloniais. O que todos sabem é que, quando se atinge a idade da reforma, pode-se juntar às FDC. Não querem gente jovem, mas quem tem os conhecimentos e a experiência de décadas de vida. O candidato será levado da terra, onde nunca mais lhe é permitido voltar. Irá servir dois anos na frente de batalha. e, se sobreviver, receberá um pedaço de terra numa das, arduamente conquistadas, colónias novas. John perry resolveu aceitar a proposta. Ele tem uma vaga ideia do que o espera. Porque a verdadeira luta, a anos-luz de casa, é muito mais dura que tudo aquilo que ele pode imaginar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Guerra é para os Velhos”, de John Scalzi, publicado pela editora Gailivro, em 2009 e com 327 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Gailivro
Páginas: 327
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Gailivro conduzem o leitor a universos variados, onde o fantástico e o real se entrelaçam com intensidade. Em suas narrativas, é comum encontrar mundos imaginários repletos de magia e batalhas épicas, mas também histórias que exploram memórias pessoais e tradições culturais, como peregrinações e festas populares. O tom oscila entre o aventureiro e o reflexivo, com personagens frequentemente jovens enfrentando dilemas de autoconhecimento e desafios externos. O ritmo pode ser ágil em tramas de fantasia e suspense, ou mais contemplativo em relatos que evocam o passado. Essa diversidade convida tanto quem busca escapismo quanto quem aprecia relatos com carga emocional e simbólica.
