
Título: A Herdeira (A Seleção #4)
Autor: Kiera Cass
Sinopse: A Princesa Eadlyn cresceu a ouvir histórias intermináveis de como a sua mãe e o seu pai se conheceram. Vinte anos antes, America Singer entrou na Seleção e conquistou o coração do Príncipe Maxon - e viveram felizes para sempre. Eadlyn sempre achou romântica esta história de encantar, mas não tem qualquer interesse em tentar repeti-la. Por si, adiaria o casamento tanto tempo quanto possível. Mas a vida de uma princesa não é inteiramente sua e Eadlyn não pode escapar à sua própria Seleção - por mais fervorosamente que proteste. Eadlyn não espera que a sua história acabe em romance. Mas com o início da competição, um candidato poderá acabar por conquistar o coração da princesa, mostrando-lhe todas as possibilidades que se encontram à sua frente… e provando-lhe que viver feliz para sempre não é tão impossível como ela pensou.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Herdeira (A Seleção #4)”, de Kiera Cass, publicado pela editora Marcador, em 2016 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Marcador
Páginas: 320
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9789897542381
Sobre a editora
Os livros da editora Marcador costumam apresentar narrativas que exploram intensamente as relações humanas, seja no âmbito do amor, da família ou dos conflitos internos. Muitas obras se desenrolam em cenários históricos ricos, com personagens envolvidas em dilemas pessoais e sociais, como guerras, revoluções e transformações culturais. O tom varia entre o intimista e o dramático, com ritmo que ora acelera em tramas de suspense e ação, ora desacelera para reflexões profundas e emocionais. Há também espaço para textos que misturam humor e crítica social, trazendo uma diversidade que permite ao leitor transitar entre o romance, o thriller filosófico e o ensaio bem-humorado. Esse equilíbrio entre narrativas mais densas e outras mais leves sugere um catálogo que valoriza tanto a complexidade das emoções quanto a agilidade das histórias.
