
Título: A Hipótese de Eros
Autor: Emanuelle Arsan
Sinopse: "Mas o que é a arte? A invenção dos prazeres? O esquecimento da rotina? Os sentidos, o prazer, a nudez, a beleza... seria moral? Seria arte? A síntese mais humana da criatura é a felicidade: fenômeno desconhecido dos tratados de moral. E a castidade? O mundo de hoje é menos casto. Preservar a inocência não é mais seu lema. Sua preocupação é "saber", "experimentar", "nada excluir", eis o novo instinto. Se esta transformação se realizar, o Apocalipse - ecológico ou não - não será para hoje. O erotismo desperta na imaginação e no corpo os seres e os atos que a moral condenava. O amante não poderia ser esposo... as carícias eram banidas... O anor era limitado. O erostismo dá prioridade aos homens sobre os totens, aos atos sobre os tabus, reunindo as finalidades da ciência, ao mesmo tempo que atinge os sonhos da arte. No amor, nada é "contra-natura", assim como na arte nada existe de anormal, porque à Natureza nada se opõe, e ao Homem nada limita."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Hipótese de Eros”, de Emanuelle Arsan, publicado pela editora Arte Nova, em 1975 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Arte Nova
Páginas: 176
Ano: 1975
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
