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A hora de massacrar idílios

Título: A hora de massacrar idílios

Autor: Maximiliano da Rosa

Sinopse: A verdade é que não sei bem como apresentar o livro. O que posso dizer é que o título reflete o meu estado de espírito nos últimos anos. A pandemia. O desconforto com a prisão, o isolamento. Muitos dos poemas foram escritos antes, durante e depois da pandemia, incluindo no auge da terceira onda, em 2021. 2021 foi um ano trágico (um dos poemas tem esse título). Perdi meus pais para o coronavírus com o intervalo de uma semana entre um e outro. A maioria dos poemas que escolhi a partir de uma leva de muitos outros reflete as minhas angústias, o meu luto. Certo desespero e descontentamento com a vida. Muitos são sobre a poesia, a arte. Escrever é um meio de libertação, de expor a dor. Escrever poesia é quase uma terapia. O último poema, inclusive, é bem biográfico nesse sentido. Chama-se “Sobrevivi” e foi vencedor de um concurso de poemas. Fala sobre esse sentimento de ter passado pela pandemia (toda minha família teve o vírus ao mesmo tempo) e sobreviver. Sobrevivi. Ainda sobrevivo.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A hora de massacrar idílios”, de Maximiliano da Rosa, publicado pela editora Toma Aí Um Poema, em 2022 e com 70 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Toma Aí Um Poema

Páginas: 70

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6585009452

ISBN13: 9786585009454

    Sobre a editora

    Os livros da editora Toma Aí Um Poema convidam a uma imersão sensível na poesia contemporânea, onde o lirismo dialoga com o cotidiano e as questões sociais. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem direta e, por vezes, experimental, que transita entre o minimalismo e a densidade emocional. Em muitos textos, a reflexão sobre o tempo, a memória e a identidade aparece com frequência, assim como a presença de temas atuais como tecnologia, pandemia e diversidade de gênero. O catálogo reúne obras que exploram tanto a intimidade quanto o coletivo, com poemas que podem ser delicados ou contundentes, mas sempre com um ritmo que privilegia a intensidade da palavra.

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