
Título: A Igreja, Uma Eclesiologia Católica
Autor: Medard Kehl
Sinopse: Uma eclesiologia que não quer legitimar todas as estruturas e medidas ministeriais da Igreja e enfrenta criticamente os conflitos, visando servir à renovação da Igreja, pode receber aplausos fáceis, como por exemplo, dos meios da burguesia liberal. Aos olhos deles, a Igreja Católica representa uma relíquia de épocas pré-modernas, fadada à ruína. Esses meios se aproveitam com ódio de todo conflito intra-eclesial, de toda crítica ao oficio eclesial, difundindo-os com prazer. Todavia, prestaríamos péssimo serviço à Igreja se, em vista disso, silenciássemos toda crítica pública dentro dela. Isso aproximaria a Igreja dos sistemas mortos e totalitários. A reconciliação não se baseia em abafar problemas, mas em elabora-los comunicativamente (“eclesia semper reformanda”), para que se chegue a uma autocompreensão da Igreja como communio.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “A Igreja, Uma Eclesiologia Católica”, de Medard Kehl, publicado pela editora Edições Loyola, em 1997 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 416
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515013436
ISBN13: 9788515013432
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,610
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,60
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
