
Título: A ilha de Fushía
Autor: Irma Del Águila
Sinopse: Entranhada na selva amazônica, uma mulher investiga a vida de Juan Fushía, um singular barão da borracha de ascendência japonesa - e personagem do romance A Casa Verde, de Mario Vargas Llosa. Mas o olhar, aqui, é radicalmente diferente. O interesse não está na épica masculina, está, acima de tudo, em provar a existência de uma ilha onde esse homem teria convertido um grupo de mulheres nativas em amantes e criadas. Mas o que teria levado aquela mulher a procurar a verdade, além da curiosidade e de uma missão jornalística? E qual será essa verdade? A ILHA DE FUSHÍA é o que chamar de romance? Sim, mas, como num diário de viagem, e também como num ensaio, Irma del Águila desvela uma história improvável e reconstrói o passado e o presente de seus personagens - em especial das mulheres indígenas. A partir daí, desenha um cenário - a selva - cujo poder supera o humano e se impõe sobre ele.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A ilha de Fushía”, de Irma Del Águila, publicado pela editora Peabiru, em 2023 e com 174 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Peabiru
Páginas: 174
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6585631013
ISBN13: 9786585631013
Sobre a editora
Os livros da editora Peabiru convidam a uma imersão em narrativas densas e poéticas que exploram as marcas da história e da memória na América Latina. Suas obras frequentemente apresentam personagens que enfrentam opressões sociais, políticas e culturais, muitas vezes em cenários marcados por ditaduras, colonialismo e tensões identitárias. O tom costuma ser intenso, ora lírico, ora sombrio, com ritmo que alterna entre o fragmentado e o coral, revelando múltiplas vozes e temporalidades. O catálogo sugere uma preferência por histórias que misturam realidade e fantasia, com uma atenção especial para as experiências femininas e as genealogias ocultas. Há obras mais narrativas e outras que se aproximam do ensaio poético, criando um diálogo entre o factual e o imaginário.
