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A imagem queima: edição deste ensaio, “L´image brûle”, é de 2004

Título: A imagem queima: edição deste ensaio, “L´image brûle”, é de 2004

Autor: Georges Didi-Huberman

Sinopse: “A imagem queima”, de Georges Didi-Huberman “A primeira edição deste ensaio, “L´image brûle”, é de 2004. De lá para cá, seu autor veio se firmando como uma das vozes mais autorizadas na renovação epistemológica, não só da história da arte, mas no conjunto das ciências humanas. Toda escritura começa com o olhar de Orfeu, dizia Blanchot, portanto, um dos maiores desafios na antropologia visual praticada por Georges Didi-Huberman é não imobilizar a imagem, isto é, dispensar despojá-la de sua própria capacidade para tornar sensível um determinado instante, um fugaz fragmento da história, como veio sendo comum em certa tradição crítica.” (trecho inicial do prefácio de Raul Antelo)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A imagem queima: edição deste ensaio, “L´image brûle”, é de 2004”, de Georges Didi-Huberman, publicado pela editora Medusa, em 2018 e com 72 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Medusa

Páginas: 72

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788564029477

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Georges Didi-Huberman é um mergulho denso e inquietante na relação entre imagem, história e memória. O ritmo é marcado por uma reflexão profunda que alterna entre o minucioso exame de detalhes visuais e a construção de panoramas intelectuais amplos, onde a imagem não é apenas documento, mas um operador de tempo e sentido. O tom oscila entre o rigor filosófico e o lirismo da experiência estética, convidando o leitor a contemplar o visível em sua complexidade, sem reduzir as imagens a interpretações fixas. A tensão se instala na busca por compreender como o passado pode ser apreendido e representado por meio das imagens, sempre com uma atenção ética e política que atravessa o texto. Em meio a essa densidade, há uma delicadeza no tratamento das memórias, das aparições e das ausências, que desafia o leitor a pensar o que significa realmente ver e saber. Os livros de Georges Didi-Huberman propõem, assim, um diálogo constante entre o visível e o invisível, o real e o imaginário, a história e o presente.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Medusa conduzem o leitor a universos variados, onde o mistério se mistura à poesia e à história regional. Em suas obras, é comum encontrar narrativas que exploram segredos ocultos sob a superfície tranquila de pequenas cidades, assim como versos que atravessam o tempo com linguagem renovada e inventiva. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a magia e o sobrenatural, frequentemente apresentados em contos que combinam fantasia e terror. Além disso, há espaço para pesquisas culturais que resgatam trajetórias artísticas e sociais, revelando processos históricos e locais com profundidade. Essa diversidade cria um contraste interessante entre textos mais narrativos e outros de caráter mais reflexivo ou documental, sempre com um tom que convida à imersão cuidadosa.

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