
Título: A Imaginação Simbólica
Autor: GILBERT DURAND
Sinopse: Chegamos à «imaginação simbólica» propriamente dita quando o significado não é de modo algum apresentável e o signo só pode referir-se a um sentido e não a uma coisa sensível. Tal modo de conhecimento nunca adequado, nunca «objectivo», dado que nunca atinge um objecto e se pretende sempre essencial porque se basta a si próprio e que traz em si mesmo, de modo escandaloso, a mensagem imanente de uma transcendência, nunca explícita mas sempre ambígua e geralmente redundante, verá, ao longo da História, numerosas acções religiosas ou filosóficas levantarem-se contra ele. Este conflito será analisado sucintamente neste livro. Mas, depois de se verificar que apesar da ofensiva de toda uma civilização, o símbolo está de boa saúde e que a própria abordagem do pensamento ocidental contemporâneo deve, de boa ou má vontade, sob pena de alienação, encarar melodicamente o «facto» simbólico, serão igualmente tratados na obra a realidade simbólica e os métodos da simbologia.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A Imaginação Simbólica”, de GILBERT DURAND, publicado pela editora EDICOES 70, em 2000 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: EDICOES 70
Páginas: 112
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724409023
ISBN13: 9789724409023
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
