
Título: A imprensa de esquerda e o movimento operário (1964-1984)
Autor: Celso Frederico
Sinopse: A censura à imprensa durante quase todo o período da ditadura militar (1964-1984) deixou as ações do movimento operário brasileiro ignoradas tanto pelo público quanto pela maioria dos estudiosos. Estes, ao constatarem a ausência de greves nos noticiários, concluíram pela inexistência da consciência de classe. Neste livro, o autor rompe com essa contraposição e apresenta a ação real da classe que a imprensa amordaçada não podia noticiar. Para tanto, recolheu os textos produzidos clandestinamente pelas organizações de esquerda, já que estas, protagonistas e analistas do movimento operário urbano, viveram o dia a dia da luta de classes e foram testemunhas das ações desenvolvidas pelos trabalhadores naquela difícil época. Cada capítulo é aqui precedido por uma introdução que contextualiza detalhadamente os acontecimentos e explica as diferentes concepções que orientaram a ação das organizações clandestinas durante a repressão militar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A imprensa de esquerda e o movimento operário (1964-1984)”, de Celso Frederico, publicado pela editora Expressão Popular, em 2010 e com 331 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Expressão Popular
Páginas: 331
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577431606
ISBN13: 9788577431601
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão Popular costumam oferecer uma leitura densa e crítica, que mescla política, história e teoria social com uma linguagem acessível e didática. O catálogo privilegia narrativas que exploram a militância, as lutas sociais e o pensamento marxista, muitas vezes apresentando análises históricas detalhadas e debates sobre o papel das classes trabalhadoras, movimentos populares e a educação. A experiência de leitura envolve tanto textos biográficos e históricos quanto reflexões teóricas que dialogam com os desafios contemporâneos, sempre com um tom engajado e comprometido. A diversidade do catálogo pode ser percebida na coexistência de obras mais narrativas, como relatos de militantes e biografias, e outras mais informativas e analíticas, como estudos sobre imperialismo, educação e economia política.
