
Título: A informação: Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico
Autor: Armando Malheiro da Silva
Sinopse: Pode dizer-se que a Informação está na moda, no entanto este conceito também está associado ao objecto de uma Ciência social emergente eainda titubeante, radica num fenómeno humano e social que data, pelo menos, das primeiras significativas manifestações simbólicas do Homo Sapines. É óbvio, por isso, o interesse em desfazer eqívocos e ligeirezas de um tempo efémero, do superficial e do light, prossegindo-se na abordagem epistemológica de uma disciplina dividida entre o imperativo de uma identidade mínima, reforçada por um objecto e método próprios, e a tendência pós-moderna é tão rejeitada quanto o positivismo, sendo, em contraponto, trilhada uma via indagante e problematizadora apostada em descobrir elos e diferenças essenciais da Informação com a Cultura, o Documento, o Conhecimento e a Comunicação. Sumário Como nasceu e para quê... 1. Informação e cultura 2. Informação e documento 3. Informação e conhecimento 4. Informação e comunicação
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A informação: Da compreensão do fenómeno e construção do objecto científico”, de Armando Malheiro da Silva, publicado pela editora Edições Afrontamento, em 2006 e com 172 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Edições Afrontamento
Páginas: 172
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Afrontamento apresentam uma leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa que convida à reflexão. O catálogo reúne obras que exploram desde análises sociológicas detalhadas, como a do rock alternativo português, até relatos poéticos e lúdicos, como lendas nórdicas para o público infantojuvenil. Há um equilíbrio perceptível entre textos densos, que abordam temas históricos e científicos, e outros que privilegiam a dimensão afetiva ou estética, como a fotografia e a poesia. Essa variedade sugere uma editora que valoriza tanto o aprofundamento conceitual quanto a expressão artística, com linguagem que pode ser tanto didática quanto lírica.
