
Título: A Inocencia das Facas
Autor: Vários Autores
Sinopse: O que é a violência, afinal? Como compreendê-la? É possível viver em um mundo não violento, sem medo, preconceito e desigualdade? Se essas perguntas, alguma vez, pairaram sobre o seu pensamento, esta antologia é uma leitura necessária para se compreender a urgência do tema. Ao recorrer as páginas desta obra, uma diversidade de histórias, em que elementos como a guerra, os gêneros, o medo, os sonhos e as frustrações, a família, os desencontros, e tantos outros, vão revelando a dinâmica de um cotidiano que, a princípio, já não nos causa mais espanto. Mas, ao se deter em cada história e descortinar a sensibilidade de seu texto, passamos a enxergar um bem que é universal: a construção de um mundo não violento e mais igualitário. Ganhador do Prêmio VIDArte – A arte contra a violência doméstica, A inocência das facas apresenta narrativas de autores contemporâneos, de língua portuguesa, acompanhadas de ilustrações especialmente criadas para cada texto, que enchem os olhos numa exuberante combinação de vermelho, preto e branco: contrates de uma realidade que já não se pode mais passar desapercebida.
Contexto da obra
Na ficção juvenil, obras como esta costumam ganhar força pela identificação e pela fluidez da leitura. “A Inocencia das Facas”, de Vários Autores, publicado pela editora Editora Nós, em 2019 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Juvenil. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro dentro das experiências e sensibilidades do público jovem.
Editora: Editora Nós
Páginas: 64
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020384
ISBN13: 9788569020387
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,110
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 25,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
