
Título: A Inquisição não Acabou
Autor: Samuel Ramos
Sinopse: Esta obra escrita pelo Professor Samuel Ramos Lago é um convite a uma viagem histórica pelos períodos em que a repressão e a tortura eram usadas pela igreja como forma de exercer poder e autoridade. Dividido em três partes, o livro faz primeiro uma construção ideológica da Inquisição, que a impõe como ferramenta de "proteção" da fé, retratando principalmente a praticada pela Igreja Católica, mas sem esquecer das outras religiões que também a usaram em nome de Deus. A segunda parte é um rico caderno de fotos, resultado de inúmeras visitas que o autor fez a museus de tortura espalhados pelo mundo, mostrando os mais cruéis e inimagináveis instrumentos usados para punir, ferir e matar. A terceira e última parte do livro é um retrato de como ainda é possível encontrar, nos dias de hoje, os resquícios de uma cultura opressora e inquisitorial. Com um olhar crítico, o autor provoca o leitor com reflexões pontuais, tornando a leitura estimulante e ativa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Inquisição não Acabou”, de Samuel Ramos, publicado pela editora Nossa Cultura, em 2017 e com 248 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nossa Cultura
Páginas: 248
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788580661538
Sobre a editora
Os livros da editora Nossa Cultura oferecem uma experiência de leitura que combina narrativas pessoais e históricas com reflexões profundas sobre identidade, cultura e transformação. O catálogo privilegia histórias que exploram trajetórias de vida marcadas por deslocamentos geográficos e culturais, como imigração e memórias familiares, mas também inclui biografias detalhadas e relatos de aventuras singulares. O tom varia entre o intimista e o investigativo, com textos que transitam entre o relato emotivo e o rigor documental. A diversidade do acervo sugere obras que dialogam tanto com leitores interessados em histórias humanas quanto com aqueles que buscam análises sobre contextos sociais e culturais.
