
Título: A Irmandade da Cobra que Fuma
Autor: Marins J.
Sinopse: Dentro de uma desolada trincheira em Monte Castelo o soldado Juvenal se dá conta da gravidade dos ferimentos do oficial comandante daquela tropa e é chamado à realidade pelos sons dos tiros, das explosões dos morteiros e pela voz inquietante de seu companheiro Pestana, responsável pelas comunicações com a Força Expedicionária Brasileira - FEB, em Nápoles. " J. Martins traz nesta obra romanceada trechos verídicos relatados pelo seu pai e alguns amigos que durante a Segunda Guerra Mundial acabaram na Itália para dar apoio aos Aliados contra os países do Eixo, numa aventura épica e cheia de humor, entre sangue, balas, lobos e bombas, em que a falta de provisões, medicamentos e comunicação conduz os soldados brasileiros do desespero á esperança, onde homens mostram suas virtudes, seus medos, defeitos e sonhos, revelando os motivos pelos quais foram parar na longínqua e gelada terra italiana, às margens da até então inexpugnável fortaleza de Monte Castelo. Durante os relatos os Pracinhas da FEB relembravam sua sina dentro daquela trincheira, sob balas e cheiro do luto: "Não era uma guerra deles, mas sentiram o gosto da morte, uniram seus destinos, e venceram Hitler e Mussolini, no modo bem brasileiro".
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Irmandade da Cobra que Fuma”, de Marins J., publicado pela editora Editora Uirapuru, em 2016 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Uirapuru
Páginas: 224
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8584300538
ISBN13: 9788584300532
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,372
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Uirapuru mostram uma diversidade que transita entre narrativas de forte apelo cultural e histórias cotidianas com tom acessível. O catálogo inclui obras que exploram tradições africanas e indígenas, revelando saberes ancestrais e contextos históricos, ao lado de relatos pessoais e textos que dialogam com o universo juvenil. A linguagem varia do didático ao poético, com algumas obras apresentando ritmo mais contemplativo, enquanto outras adotam um tom mais leve e humorado. Essa variedade sugere um interesse em temas sociais, educativos e afetivos, com atenção especial a personagens em processo de aprendizagem e transformação.
