
Título: A Justica Chama
Autor: Annie Bellet
Sinopse: Gamer. Nerd. Feiticeira. Jade Crow vive uma vida tranquila em sua loja de quadrinhos e jogos em Wylde, Idaho. Depois de vinte e cinco anos fugindo de um feiticeiro poderoso que quer comer seu coração e tomar seus poderes. Cercada por amigos ainda menos humanos do que ela, Jade acredita que está finalmente segura. Contanto que ela não use sua magia! Quando os poderes escuros ameaçam a vida de seus amigos, aparece um executor transmorfo sexy. Ele é o juiz, o júri e o carrasco de um mundo pouco mundano e acha que Jade é o culpada. Para limpar seu nome, salvar seus amigos, e parar o vilão, ela terá que usar sua inteligência ... e seus poderes de feiticeira. Mas jade sabe que, assim que fizer isso, atrairá um inimigo muito mais letal.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Justica Chama”, de Annie Bellet, publicado pela editora AVEC Editora, em 2018 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: AVEC Editora
Páginas: 120
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8554470125
ISBN13: 9788554470128
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,141
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora AVEC Editora apresentam um amplo espectro narrativo, transitando entre fantasia, suspense, aventura e narrativas históricas com ambientações detalhadas. A experiência de leitura frequentemente envolve mundos imaginativos, desde cenários urbanos repletos de mistérios locais até universos steampunk e épicos medievais, com personagens que enfrentam dilemas pessoais e conflitos maiores, como guerras e ameaças sobrenaturais. O catálogo também inclui obras interativas e voltadas para a criatividade, como diários e livros de atividades, além de narrativas que exploram temas sociais e históricos sob perspectivas pouco convencionais. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom investigativo ou reflexivo, contemplando públicos que buscam desde entretenimento até imersão em contextos culturais e históricos.
