
Título: A Justiça de Toga
Autor: Ronald Dworkin
Sinopse: Neste livro, Ronald Dworkin defende a ideia de que a influência das convicções morais de um juiz sobre suas opiniões a respeito do que é o direito é muito mais complexa do que se costuma imaginar e implica dimensões semânticas, teóricas e doutrinárias - das quais se depreende uma estreita relação entre o direito e a moral. O autor reafirma e sintetiza sua descrição dessas relações, de resto já amplamente discutida em outras obras, e, ao fazê-lo, sublinha a importância soberana do princípio moral na interpretação jurídica e constitucional; em seguida, passa em revista e avalia as teorias mais influentes dentre as que se mostram incompatíveis com as suas próprias concepções.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “A Justiça de Toga”, de Ronald Dworkin, publicado pela editora WMF Martins Fontes, em 2010 e com 421 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 421
Ano: 2010
Edição: Direito
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578270916
ISBN13: 9788578270919
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Wmf Martins Fontes oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa acessível, com obras que exploram desde a fantasia infantil até a filosofia e a história. O catálogo revela um interesse por temas culturais e científicos, frequentemente apresentados com linguagem clara, didática e, em alguns casos, com um toque de humor ou mistério. Há uma atenção especial a obras que dialogam com o patrimônio literário e a reflexão crítica, seja por meio de adaptações gráficas ou de textos que aprofundam questões filosóficas e sociais. O tom varia entre o informativo e o narrativo, com algumas obras de ritmo mais ágil e outras que exigem uma leitura mais contemplativa.
