
Título: A Kiss from Mr Fitzgerald
Autor: Natasha Lester
Sinopse: It’s 1922 in the Manhattan of gin, jazz and prosperity. Women wear makeup and hitched hemlines – and enjoy a new freedom to vote and work. Not so Evelyn Lockhart, forbidden from pursuing her passion: to become one of the first female doctors. Chasing her dream will mean turning her back on the only life she knows: her competitive sister, Viola; her conservative parents; and the childhood best friend she is expected to marry, Charlie. And if Evie does fight Columbia University’s medical school for acceptance, how will she support herself? So when there’s a casting call for the infamous late-night Ziegfeld Follies on Broadway, will Evie find the nerve to audition? And if she does, what will it mean for her fledgling relationship with Upper East Side banker Thomas Whitman, a man Evie thinks she could fall in love with, if only she lived a life less scandalous?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Kiss from Mr Fitzgerald”, de Natasha Lester, publicado pela editora Hachette Australia, em 2016 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hachette Australia
Páginas: 400
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN:
ISBN13: 9780733634635
Sobre a editora
Os livros da editora Hachette Australia apresentam uma variedade notável de temas e estilos, que vão desde narrativas pessoais e memórias ligadas à natureza até romances de suspense e histórias de transformação cultural. O catálogo inclui obras que exploram tanto a intimidade de experiências humanas, como o trauma e a superação, quanto relatos históricos e biográficos que trazem à tona conflitos sociais e culturais. A linguagem varia entre o acessível e o envolvente, com textos que podem ser densos em detalhes ou ágeis no ritmo, dependendo do foco, seja ele mais narrativo ou informativo. Essa diversidade sugere um interesse em contar histórias que dialogam com o cotidiano e também com questões mais amplas, como identidade, sobrevivência e relações humanas complexas.
