
Título: A Lacan, o Escrito Imagem
Autor: François Cheng
Sinopse: O que Lacan tem a nos ensinar acerca do escrito, da imagem, da arte em geral? Podemos seguir de perto o que Gérard Wajcman diz a respeito:“É que Lacan, ao inscrever o objeto a, inscreveu no discurso analítico aquilo que responde ao quebra-cabeça que deixou a filosofia do pós-guerra numa situação embaraçosa quanto a saber como fazer o impensável entrar no pensamento, o irrepresentável entrar na representação, a ausência entrar na presença, etc.“O objeto a é a resposta.“a, uma pequena letra com a qual Lacan inscreveu, na psicanálise, que o irrepresentável, que o impensável aconteceu nesse século. Portanto, que o século XX aconteceu.“a é o objeto da arte do século XX e o lacanismo, que poderia se chamar a Psicanálise do século XX, caminha ao lado da arte do século XX.”E o que dizer quanto ao século XXI?
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “A Lacan, o Escrito Imagem”, de François Cheng, publicado pela editora Autêntica, em 2012 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Autêntica
Páginas: 184
Ano: 2012
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582170513
ISBN13: 9788582170519
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,287
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Autêntica convidam o leitor a percorrer territórios que misturam filosofia, literatura e ciências humanas com uma linguagem que pode ser tanto densa quanto acessível. O catálogo revela um interesse pela reflexão crítica sobre temas como identidade, educação, cultura e política, frequentemente explorados por meio de abordagens que cruzam disciplinas e rompem fronteiras tradicionais. Há obras que propõem uma leitura pausada e contemplativa, enquanto outras adotam um tom mais direto e didático, voltado para públicos acadêmicos e interessados em debates contemporâneos. Essa diversidade sugere uma editora que valoriza o pensamento profundo e a pluralidade de perspectivas.
