
Título: A Leoa Branca (Wallander #3)
Autor: Henning Mankell
Sinopse: Uma dona de casa de Ystad, na Suécia, é encontrada morta com um tiro na testa. Não se trata de um crime comum, mas de um trabalho de profissional. O inspetor Kurt Wallander é chamado para cuidar desse caso aparentemente sem pistas ou suspeitos, e suas descobertas darão novos rumos à história.Durante as averiguações, uma explosão no local do crime deixa estranhos indícios: um pedaço de pistola de fabricação sul-africana, restos de um rádio-transmissor russo e um dedo negro decepado.As pistas sugerem a existência de uma conexão entre o crime e uma rede internacional de conspiradores e espiões. O inspetor suspeita que alguém esteja planejando uma grande ação criminosa na distante África do Sul. Estamos no começo da década de 90, e o país vive os últimos momentos do apartheid, o regime de segregação racial que separava negros e brancos. Wallander alerta as autoridades sul-africanas sobre a possibilidade de um atentado. Suas investigações revelam que ali mesmo, na pacata e civilizada Suécia, um matador profissional está sendo treinado por um ex-agente russo da extinta KGB. Nessa trama policial empolgante, Mankell combina reflexões sobre política e racismo aos lances vertiginosos de uma conspiração que poderia ter mudado os rumos da história mundial.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A Leoa Branca (Wallander #3)”, de Henning Mankell, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2002 e com 592 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 592
Ano: 2002
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535902406
ISBN13: 9788535902402
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,634
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 3,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
