
Título: A linguagem da paixão
Autor: Mario Vargas Llosa
Sinopse: Numa série de ensaios tensos, densos e controversos, escritos durante quase uma década, o escritor peruano Mario Vargas Llosa dirige o olhar para as questões cruciais de nossa época: Qual é o futuro da globalização? Qual o papel da igreja num Estado laico? Estamos vivendo uma era de simulacros? Que será da democracia? O autor também nos conduz, entre outros lugares, a Robben Island, ilha onde Nelson Mandela esteve preso e onde até as refeições eram servidas de acordo com a tonalidade da pele, a londres, onde uma exposição sobre o pintor Claude Monet o faz considerar os limites do realismo, e a Kingston, onde retoma os passos do músico Bob Marley. Seja em seu comentário sobre George Steiner, o crítico literário que anuncia o fim da literatura, seja em seu perfil de George Soros, o milionário financista que condena o capitalismo, Vargas Llosa sempre demonstra uma invejável capacidade para encantar os leitores.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A linguagem da paixão”, de Mario Vargas Llosa, publicado pela editora ARX, em 2002 e com 343 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: ARX
Páginas: 343
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9788575810125
Sobre a editora
Os livros da editora ARX apresentam uma diversidade notável de temas, que vão do cotidiano pessoal e emocional a investigações de mistérios e histórias de suspense. O catálogo inclui narrativas que exploram relações humanas complexas, como romances e dramas familiares, ao lado de obras que abordam questões sociais e culturais, como sequestros, conflitos políticos e reflexões filosóficas. Muitas obras trazem personagens que enfrentam dilemas internos, enquanto outras se aprofundam em ambientes específicos, como cidades cosmopolitas, épocas históricas ou até mesmo universos fantásticos. Essa variedade cria um ritmo que ora é introspectivo e poético, ora tenso e cheio de reviravoltas, oferecendo experiências de leitura que podem ser tanto emocionais quanto informativas.
