
Título: A linguagem fascista
Autor: Carlos Piovezani
Sinopse: A partir de uma perspectiva histórica e da exposição dos usos da linguagem pelo regime nazista, “A linguagem fascista” traça um paralelo entre dois casos emblemáticos da linguagem do fascismo e do neofascismo: os discursos de Benito Mussolini e de Jair Bolsonaro. A comparação entre seus desempenhos oratórios apresenta ao leitor as principais características dessa linguagem, seus recursos e seu funcionamento, mas também sua conservação e suas transformações, ao passar da Itália do século XX ao Brasil do século XXI. Com base nos estudos do filólogo alemão Victor Klemperer, identificam-se os usos linguísticos mais característicos e os aspectos mais fundamentais da oratória fascista para, assim, compreender esse sistema de produção de crenças, devoções e fanatismos, sejam eles dedicados ao Führer, ao Duce ou ao Mito.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “A linguagem fascista”, de Carlos Piovezani, publicado pela editora Editora Hedra, em 2020 e com 254 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Hedra
Páginas: 254
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577156699
ISBN13: 9788577156696
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,577
- Altura (cm): 12,70
- Largura (cm): 19,10
- Espessura (cm): 0,13
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editora Hedra revela uma curadoria que privilegia narrativas densas e reflexivas, muitas vezes ancoradas em contextos históricos, culturais e sociais específicos. O catálogo reúne desde análises literárias e filosóficas até relatos que exploram experiências humanas complexas, como o convívio com a exclusão social ou a preservação de saberes indígenas. O tom varia entre o ensaístico e o narrativo, com obras que transitam entre o rigor acadêmico e a expressão literária, sempre com atenção à linguagem e à profundidade dos temas. Essa diversidade sugere um interesse em textos que desafiam o leitor a pensar criticamente sobre história, cultura e sociedade, com uma frequência de obras que dialogam com tradições literárias e saberes populares.
