
Título: A Literatura Latina
Autor: Zelia de Almeida Cardoso
Sinopse: A Literatura Latina é um compêndido destinado àqueles que se iniciam em estudos clássicos e pretendem ter uma visão panorâmica da produção textual da antiga Roma. A primeira parte é consagrada à poesia latina, e a segunda, à chamada prosa literária. O Livro aborda os diferentes gêneros, um por um, focalizando, em cada um deles, em ordem cronológica, aquilo que foi considerado mais expressivo. A primeira parte discorre sobre a poesia épica, dramática, lírica, satírica e didátia, enfatizando, em cada modalidade, as obras dos principais autores; a segunda examina os gêneros em prosa, iniciando pela narrativa ficcional, ou "romance" - autêntica forma literária -, passando, a seguir, à história, oratória, retórica, filosofia, erudição e epistolografia; são apontados os autores mais significativos, tangenciando, por vezes, a paraliteratura. As obras mais importantes são ilustradas pela inclusão da tradução de alguns excertos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Literatura Latina”, de Zelia de Almeida Cardoso, publicado pela editora Martins Fontes, em 2003 e com 220 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Martins Fontes
Páginas: 220
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8533617488
ISBN13: 9788533617483
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Martins Fontes revela uma inclinação por obras que exploram o pensamento filosófico e reflexivo, muitas vezes com um tom didático e aprofundado. O catálogo privilegia textos que abordam desde a filosofia clássica e contemporânea até temas como lógica, metafísica e ética, apresentando discussões que vão do abstrato ao cotidiano. Também há espaço para narrativas que dialogam com a cultura, a história e as artes, incluindo adaptações literárias e análises que convidam o leitor a um mergulho intelectual. O ritmo das obras tende a ser contemplativo, com linguagem clara, mas que exige atenção, e o público parece ser leitor interessado em compreender ideias complexas e contextos culturais amplos.
