
Título: A Loba de Prata: (Lendas dos Lobos #.01)
Autor: Alice Borchardt
Sinopse: A decadente Roma da Idade Negra está enlameada nas ruínas de sua grandeza. À Cidade Eterna chega Regeane, uma formosa jovem aparentada por parte de sua mãe morta, com o imperador Carlos Magno. Ser de sangue real converte a moça em um peão involuntário na luta pelo poder político. Mas sem que saibam quem planeja seu destino, o sangue que herdou de seu pai assassinado faz dela algo mais que uma filha da realeza. Com uma força e agilidade sobrenaturais, lembranças primitivas que remontam há milênios atrás e sentidos tão agudos que podem atravessar até mesmo o véu da morte, Regeane é uma mutante: uma mulher loba, caçadora e presa. Comprometida pela ordem de Carlos Magno com um Senhor Bárbaro ao qual nunca viu, Regeane está rodeada de inimigos. O mais notório, seu depravado tio e guardião, não terá escrúpulos em entregá-la à Igreja a menos que o ajude em seus sinistros planos. E se a Igreja descobrir seu segredo, Regeane arderá na fogueira.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Loba de Prata: (Lendas dos Lobos #.01)”, de Alice Borchardt, publicado pela editora Ballantine Books, em 2002 e com 480 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ballantine Books
Páginas: 480
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Ballantine Books revela uma preferência por narrativas que exploram intensamente relações humanas complexas, muitas vezes em contextos marcados por mistério, conflito ou transformação pessoal. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o suspense policial, dramas familiares e romances com toques de realismo mágico ou sobrenatural, criando um ritmo que alterna entre tensão e momentos de introspecção. As sinopses sugerem também um interesse por personagens em situações-limite, como investigações criminais em ambientes isolados, jornadas de autoconhecimento e confrontos com o passado, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
