
Título: A Loja dos Suicídios
Autor: Jean Teulé
Sinopse: É uma lojinha onde nunca entra um raio de Sol. Imagine um negócio de família que envolve a venda de todos os ingredientes possíveis para a prática do suicídio, nas suas mais diversas formas. Corda, pistolas, facas, venenos e toda uma panóplia de produtos mortíferos. São cinco as personagens que compõem esta família atípica que gere a loja há várias gerações: os pais, profissionais, comerciantes; o filho primogénito, deprimido crónico mas extremamente criativo no seu domínio; a irmã, exemplo típico da adolescente inadaptada; e finalmente o irmão mais novo, verdadeiro grão de areia na engrenagem deste comércio lúgubre: é que ele se atreve a sorrir e a ser… optimista. Com uma ambiência digna de um filme de Tim Burton, A Loja dos Suicídios é uma comédia negra futurista que invoca o grande adversário da família Tuvache e do seu sinistro empreendimento: a alegria.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Loja dos Suicídios”, de Jean Teulé, publicado pela editora Editora Guerra & Paz, em 2008 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Guerra & Paz
Páginas: 160
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9898014903
ISBN13: 9789898014900
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Guerra & Paz oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas intensas e multifacetadas, que transitam entre relatos pessoais de arrependimento e ficções carregadas de emoção e mistério. O catálogo privilegia histórias que exploram conflitos humanos profundos, como o peso da culpa, o luto e a busca por sentido, muitas vezes ambientadas em contextos reais ou históricos. Há uma clara inclinação para textos que combinam densidade emocional com uma linguagem acessível, incluindo desde memórias impactantes até romances com toques de humor e ternura. O material de apresentação indica também um interesse por obras que dialogam com temas universais, como a ambição, a música e a condição humana, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a fluidez.
