
Título: À l'Ombre des Tours Mortes
Autor: Art Spiegelman
Sinopse: Art Spiegelman est l'auteur de Maus, Un survivant raconte (Flammarion, 1987 et 1992), couronné par le Prix Pulitzer. Les deux volumes de Maus ont été traduits dans dix-huit langues. Art Spiegelman et sa femme Françoise Mouly ont fondé ensemble, puis dirigé de 1980 à 1991, Raw, magazine reconnu et influent consacré à la bande dessinée et au graphisme d'avant-garde. De 1992 à 2002, Art Spiegelman a travaillé comme dessinateur et journaliste au New Yorker, qui, quelques jours après le 11 septembre, a publié sa puissante couverture noir sur fond noir. (Bons Baisers de New York, Flammarion 2003). Les dessins et gravures d'Art Spiegelman ont été exposés dans les musées et galeries du monde entier. Art Spiegelman vit, en dépit de tout, dans le bas de Manhattan avec sa femme et leurs deux enfants, Nadja et Dashiell.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “À l’Ombre des Tours Mortes”, de Art Spiegelman, publicado pela editora Casterman, em 2004 e com 38 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Casterman
Páginas: 38
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2203370068
ISBN13: 9782203370067
Sobre a editora
Os livros da editora Casterman costumam apresentar narrativas gráficas que transitam entre aventuras clássicas e histórias com densidade histórica ou social. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens enfrentando conflitos intensos, seja em cenários contemporâneos urbanos ou em contextos históricos marcados por tensões políticas e sociais. O tom varia do suspense e da ação até momentos de humor e reflexão, com ritmo que pode ser tanto acelerado em tramas policiais quanto mais pausado em relatos intimistas ou de memória. O catálogo revela obras que combinam ficção e realismo, com uma presença forte de quadrinhos que exploram desde o fantástico até o cotidiano, muitas vezes com um olhar atento para a condição humana e suas contradições.
