
Título: A luta (Meia Azul)
Autor: Carmen Dolores
Sinopse: Cecília se rebela contra sua vida na «masmorra»: a casa que divide com a sogra ciumenta, o marido insípido e dois filhinhos. Como qualquer mulher que não nasceu Amélia, essa «Madame Bovary da rua das Marrecas sonhava com uma existência mais larga, a independência da mulher elegante e rica, que sai só, vai a teatros e alimenta a corte ardente de muitos admiradores». Conseguirá ela livrar-se das amarras patriarcais de um casamento insosso e do duplo jugo da mãe ambiciosa e da sogra conservadora? Um retrato desabusado do que era ser mulher em uma sociedade (ainda mais) dominada pelos homens, escrito por uma das mais corajosas e influentes jornalistas do começo do século XX, convenientemente "esquecida" da lista dos grandes escritores brasileiros. Carmen Dolores é o pseudônimo mais conhecido de Emília Moncorvo Bandeira de Melo, uma das escritoras brasileiras mais representativas e influentes do início do século XX e também pioneira na luta pelos direitos femininos. Em uma época em que mulheres sequer podiam votar, Emília tratou de temas incendiários com escrita incisiva e corajosa, como o direito ao divórcio, à educação e o acesso igualitário ao mercado de trabalho.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “A luta (Meia Azul)”, de Carmen Dolores, publicado pela editora Imã Editorial, em 2020 e com 180 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Imã Editorial
Páginas: 180
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8554946200
ISBN13: 9788554946203
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,212
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Ímã Editorial costumam explorar tensões sociais e humanas profundas, muitas vezes a partir de narrativas que desvendam conflitos pessoais em contextos históricos ou culturais específicos. A experiência de leitura é marcada por personagens que enfrentam dilemas intensos, como opressões familiares, raciais ou políticas, em ambientes que vão do cotidiano urbano a cenários distantes e simbólicos. O tom varia entre o literário e o documental, com obras que transitam entre o romance, a crônica e o relato histórico, revelando uma preferência por histórias que provocam reflexão sobre identidade, memória e resistência. O catálogo sugere uma diversidade que vai do intimismo onírico a relatos de confrontos sociais, com ritmo que pode ser tanto fluido e envolvente quanto tenso e urgente.
