
Título: A luz é mais antiga que o amor
Autor: Ricardo Menéndez Sálmon
Sinopse: Numa segunda-feira de 1350, quando a Europa recupera da Peste Negra, o futuro papa Gregório XI visita o pintor toscano Adriano de Robertis para destruir a sua última obra, a blasfema Virgem Barbuda. A 25 de fevereiro de 1970, o pintor norte-americano Mark Rothko corta as veias no seu estúdio de Nova Iorque. A 11 de setembro de 2001, enquanto o mundo penetra na Era do Desconsolo, o pintor russo Vsévolod Semiasin redige uma carta onde revela as razões da sua loucura. A história destes três mestres, baseada num enigma (o destino insuspeito da Virgem Barbuda de Adriano de Robertis) e gravitando em torno de uma ideia central (o compromisso do pintor com a sua arte face ao poder encarnado pela Igreja, Mercado ou Estado), é o eixo condutor de A Luz é mais Antiga que o Amor, livro de que um romancista chamado Bocanegra nos fala durante três momentos cruciais da sua vida: o nascimento da sua vocação, a morte da mulher e a sua consagração em 2040 como glória da literatura universal. Depois da aplaudida Trilogia do Mal, Ricardo Menéndez Salmón regressa com um texto audacioso que pode ser lido como um ensaio sobre o génio artístico, como um romance de aprendizagem e até como uma obra de mistério.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A luz é mais antiga que o amor”, de Ricardo Menéndez Sálmon, publicado pela editora Porto, em 2013 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Porto
Páginas: 160
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9723716798
ISBN13: 9789723716795
Sobre a editora
Os livros da editora Porto trazem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas densas e textos de caráter mais didático ou analítico. O catálogo sugere uma atenção especial a temas históricos e culturais, como a exploração do petróleo no Brasil e histórias locais que revelam o cotidiano e a memória de cidades. Há também obras que exploram questões sociais, políticas e psicológicas, frequentemente com um tom reflexivo e crítico, como textos sobre sexualidade, educação e direitos trabalhistas. Em termos de narrativa, o leitor pode encontrar desde dramas familiares intensos até romances que exploram relações humanas com um ritmo que varia entre o contemplativo e o envolvente.
