
Título: A Man's Head
Autor: Georges Simenon
Sinopse: “A writer as comfortable with reality as with fiction, with passion as with reason.” —John Le Carré An atmospheric Inspector Maigret mystery set in the bustling streets of Paris “Slowly the Czech was becoming animated, but in a muted way, so typical of the man. Maigret now noticed his hands, which were long, surprisingly white and dotted with freckles. They seemed to reach out and take part in the conversation. ‘Let’s be clear that it's not your professionalism which I question. If you understand nothing, and I mean absolutely nothing, it's because from the very start you've been working with facts which had been falsified.’” Maigret sets out to prove the innocence of a man condemned to death for a brutal murder. As his audacious plan to uncover the truth unfolds, he encounters rich American expatriates, some truly dangerous characters, and their hidden motives.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Man’s Head”, de Georges Simenon, publicado pela editora Penguin Books, em 2015 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 176
Ano: 2015
Edição: Reprint
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780141393513
ISBN13: 9780141393513
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
