
Título: A Map of Tulsa: A Novel
Autor: Benjamin Lytal
Sinopse: “If Catcher in the Rye has lost its raw clout for recent generations of Internet-suckled American youth, here is a coming-of-age novel to replace it.” —Publishers Weekly (starred review)
The first days of summer: Jim Praley is home from college, ready to unlock Tulsa's secrets. He drives the highways. He forces himself to get out of his car and walk into a bar. He's invited to a party. And there he meets Adrienne Booker; Adrienne rules Tulsa, in her way. A high-school dropout with a penthouse apartment, she takes a curious interest in Jim. Through her eyes, he will rediscover his hometown: its wasted sprawl, the beauty of its late nights, and, at the city's center, the unsleeping light of its skyscrapers.
In the tradition of Michael Chabon's The Mysteries of Pittsburgh, A Map of Tulsa is elegiac, graceful, and as much a story about young love as it is a love letter to a classic American city.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “A Map of Tulsa: A Novel”, de Benjamin Lytal, publicado pela editora Penguin Books, em 2013 e com 272 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Penguin Books
Páginas: 272
Ano: 2013-03-26
Edição: 1
Linguagem: en
ISBN: 0142422592
ISBN13: 9780142422595
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
