
Título: A Maquina de Goldberg
Autor: Vanessa Barbara
Sinopse: Há cem anos, o cartunista Rube Goldberg desenhava suas primeiras máquinas. Eram engenhocas complexas em que uma corda ligava um abajur que ofuscava um jabuti que batia num flamingo de plástico, acionando uma mola de metal que descia uma escada em caracol, cumprindo um objetivo esdrúxulo como massagear a cabeça, pregar um prego ou fechar a porta. “São um jeito de tornar as coisas mais difíceis. É tipo uma filosofia de vida”, explica um dos personagens de A máquina de Goldberg, estreia nos quadrinhos da escritora Vanessa Barbara, acompanhada do ilustrador Fido Nesti, que também assina o roteiro. A trama se passa num acampamento de férias onde Getúlio, um garoto punk e asmático, cumpre pena por ser antissocial na escola. Em meio à perversidade dos colegas e à temida hora da ginástica, ele conhece o zelador Leopoldo, um velho melancólico com uma obsessão: construir geringonças. Juntos, arquitetam uma ambiciosa vingança que une as fugas de Bach às variações de Rube Goldberg, numa engenharia absurda que vai se expandindo até derrubar todas as peças do dominó, instaurando o terror no coração da Montanha Feliz.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “A Maquina de Goldberg”, de Vanessa Barbara, publicado pela editora Quadrinhos na Cia, em 2012 e com 112 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Quadrinhos na Cia
Páginas: 112
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853592180X
ISBN13: 9788535921809
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,291
- Altura (cm): 27,00
- Largura (cm): 18,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Quadrinhos na Cia costumam apresentar narrativas em quadrinhos que transitam entre memórias pessoais e grandes contextos históricos, com um olhar que mistura emoção e crítica. O catálogo reúne histórias que vão do relato autobiográfico intenso, passando por sátiras políticas e sociais, até aventuras clássicas e experimentações gráficas. Muitas obras exploram conflitos humanos profundos, como a busca por identidade, a solidão urbana e as tensões políticas, com um tom que pode variar do humor ácido ao drama contido. A leitura desses quadrinhos frequentemente exige atenção ao detalhamento visual e à construção de atmosferas densas, seja em narrativas mais lineares ou em estruturas fragmentadas e poéticas.
