Sinopse: O homem criou a máquina. A máquina não sente amór, ódio ou medo. Não sofre de úlceras, ataques do coração ou distúrbios emocionais. Talvez a única chance do homem sobreviver seja tornar-se máquina. Alguns homens conseguiram isso. Robin Stone era a máquina do amor. Era um belo homem. Sabia pensar sem emoção. Sabia sorrir com os lábios. Sabia amar as mulheres com seu corpo.
Romance
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “A Máquina do Amor (Best Sellers)”, de Jacqueline Susann, em 1985 e com 507 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
A leitura dos livros de Jacqueline Susann mergulha o leitor em universos intensos onde o brilho e a decadência se entrelaçam. Suas narrativas costumam se desenrolar em ambientes urbanos vibrantes, especialmente no mundo do entretenimento, onde personagens femininas enfrentam sonhos de sucesso, desilusões e tensões internas. O ritmo é marcado por um misto de glamour e aspereza, com uma prosa que, embora acessível, carrega uma carga emocional densa, explorando relações complexas e vícios. O tom varia entre o dramático e o levemente irônico, revelando personagens que oscilam entre a ambição voraz e a vulnerabilidade profunda. Essa experiência de leitura provoca reflexões sobre os custos do estrelato, a busca por identidade e os limites do desejo, deixando no leitor uma sensação de fascínio e inquietação.